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Music branding: o som que traduz a sua marca

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Music branding: o som que traduz a sua marca

Quem nunca ouviu uma música que não escutava há algum tempo e pensou: “Essa tocava direto na C&A” ou enquanto usava um streaming de música como o Spotify, ouviu uma playlist que achou massa e percebeu que ela fazia parte do perfil de alguma marca? Ah, você também deve conhecer o projeto “Natura Musical”, certo? 

A gente citou todos esses exemplos para fazer a clássica pergunta: “o que essas marcas têm em comum?” A resposta é que elas investem em uma estratégia de marketing chamada music branding. A experiência musical pode ser uma forma eficaz de se comunicar com o seu público-alvo, pois reforça a identidade de uma marca, traduzindo sua essência e provocando emoções positivas de um jeito único.

O music branding motiva o consumo através do marketing sensorial, promovendo a atração e a fidelização dos consumidores. Quando ouvimos uma canção, diversos sentimentos e gatilhos podem vir à tona em nossa mente, podendo nos deixar mais calmos, alegres, agitados, nostálgicos, entre outros sentimentos que favorecem a experiência de compra, principalmente em lojas de varejo. Sons bem direcionados tornam o ambiente mais agradável para as compras, potencializando vendas e gerando um impacto surpreendente. 

Estudos da HeartBeats International revelaram que quando uma loja reproduz uma trilha sonora programada em seu estabelecimento, cerca de 35% dos clientes permanecem mais tempo circulando no estabelecimento. A consequência disso é que 14% deles compram mais do que o planejado.

Conexão vende mais

O relacionamento entre público e marca é uma construção que envolve diversos fatores, mas o apelo emocional tende a ser o mais significativo e o que “pesa mais” na hora de um cliente decidir se compra algo ou não. O engajamento e a compra de forma recorrente por parte de um cliente vai muito além de receber um bom atendimento e visualizar bons produtos. Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso ser original para agregar valor à percepção do consumidor sobre a empresa, enriquecendo a sua experiência de compra para transformá-lo em fã da sua marca.

Além das lojas de varejo, onde é possível aplicar o music branding?

  • Plataformas de streaming.
  • Bares, restaurantes, aeroportos, shoppings, hotéis, clínicas e academias.
  • Conteúdo musical para redes sociais.
  • Playlists para eventos.
  • Patrocínio de eventos e festivais.
  • Produção de eventos proprietários da marca.

Fonte: Bananas Music

Como funciona na prática?

Muitas empresas utilizam softwares para garantir que todas as suas lojas estejam tocando a trilha sonora na ordem em que foi criada, além de contar com a experiência de quem trabalha com isso. Especialistas em music branding aplicam diferentes metodologias para se chegar na playlist ideal para determinada marca. No caso das lojas de varejo, esse trabalho é pensado de acordo com os horários de circulação do público.

O som ambiente deve acompanhar as compras. Por isso, quanto mais enérgico e animado for o ritmo da música, mais rápida também é a circulação de pessoas. Isso pode parecer ruim, mas em momentos de pico, o fluxo mais acelerado proporciona uma melhor experiência de atendimento, o que é um ponto positivo para fidelizar clientes. Afinal, pessoas mais apressadas podem desistir de comprar ao perceber que vão enfrentar uma fila grande em provadores ou caixas. 

Já os sons tranquilos são perfeitos para quando as pessoas estão cansadas de um dia intenso de trabalho e só querem relaxar. Quando elas entram em uma loja, elas querem fazer uma compra específica. A tranquilidade pode prolongar o seu tempo dentro da loja, se sentindo confortável para uma visita com maior atenção, o que pode fazê-lo se interessar por mais produtos. 

O music branding pode trazer resultados ainda melhores se aplicado junto a outros sentidos além da audição, com ações visuais, olfativas e táteis. Os sentidos, quando aliados, interferem totalmente no comportamento do consumidor, destacando e reforçando os valores de uma marca.

O que você não deve fazer

Escolher a playlist através de interesses pessoais seus ou dos colaboradores, além de ativar o modo “aleatório”. O foco deve ser no seu público-alvo, conhecendo o comportamento de compra dele e o estilo de música que consome. É fundamental elaborar a persona ideal para o seu negócio, pois a playlist deve estar de acordo com a identidade da sua marca. 

Agora que você já entendeu o que é music branding, que tal incluí-lo no planejamento estratégico do seu negócio?

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